Por que medir saúde corporativa?
RH que não mede não melhora. O problema é que muitas empresas acompanham apenas indicadores de custo (sinistralidade, gasto com convênio) e ignoram os indicadores de resultado — que são os que realmente mostram se o programa de saúde está funcionando.
Os 7 KPIs essenciais
1. Taxa de Absenteísmo
Como calcular: (horas perdidas / horas totais esperadas) × 100
Referência de mercado: abaixo de 3% é considerado saudável. Acima de 5% exige investigação imediata.
2. Taxa de Presenteísmo
Colaborador presente mas improdutivo por problema de saúde. Mais difícil de medir, mas surveys trimestrais de bem-estar capturam isso bem.
3. Tempo Médio de Retorno (TMR)
Quantos dias em média um colaborador afastado leva para voltar. Reduzir o TMR é o maior impacto financeiro que um programa de saúde pode gerar.
4. Taxa de Utilização do Benefício
Quantos colaboradores efetivamente usaram o benefício de saúde no mês. Taxa abaixo de 40% indica desconhecimento ou fricção no acesso.
5. NPS de Saúde
Pergunta simples: "De 0 a 10, quanto você recomendaria o suporte de saúde da empresa para um colega?" Correlaciona fortemente com retenção.
6. Custo por Consulta Resolvida
Divide o custo total do programa pelo número de atendimentos que não geraram afastamento. Mostra eficiência clínica, não apenas gasto.
7. Índice de Saúde Mental (ISM)
Frequência de afastamentos por CID-F (transtornos mentais e comportamentais). Acima de 15% do total de afastamentos é sinal de alerta.
Como implementar um dashboard de saúde
Não precisa de ferramenta cara. Uma planilha com atualização mensal já é suficiente para começar. O que importa é a consistência na coleta.
O FastClinic entrega relatórios mensais com esses indicadores automaticamente — sem trabalho extra para o RH.