Você trocaria um salário menor por um pacote de benefícios mais atrativo? Não é raro encontrar profissionais que fazem essa mudança. Esse comportamento expressa que vantagens como plano de saúde, auxílio-educação e bem-estar são tão valorizadas quanto a remuneração. Para as empresas, um pacote de benefícios bem estruturado não é apenas um diferencial, mas uma estratégia essencial para atrair e reter talentos. O desafio dos gestores de pessoas, porém, está em identificar quais benefícios realmente fazem a diferença e contribuem para a satisfação e qualidade de vida dos colaboradores.
Critérios para definir o pacote de benefício
Afinal, como selecionar os benefícios ideais para os colaboradores? Existem alguns critérios que podem ser levados em conta na seleção. Veja:
- Perfil da empresa: os benefícios ofertados aos colaboradores devem estar alinhados com a cultura e os valores da empresa.
- Necessidades dos colaboradores: por meio de pesquisas internas, feedbacks e análises demográficas, os gestores de recursos humanos podem identificar as necessidades dos colaboradores. Por exemplo, uma equipe majoritariamente jovem pode valorizar mais benefícios relacionados à atividade física, enquanto colaboradores mais experientes podem priorizar planos de saúde abrangentes.
- Orçamento disponível: o pacote de benefícios tem de estar adequado à capacidade financeira da empresa. É recomendável buscar caminhos para otimizar o orçamento e encontrar as soluções integradas que possibilitem contratos mais vantajosos.
- Tendências: as práticas mais inovadoras podem ser um norte para que o pacote de benefícios seja sempre competitivo na atração e retenção de talentos.
- Feedback contínuo: ouvir os colaboradores é sempre uma boa prática do time de RH. Uma dica é implementar canais de comunicação para receber feedback dos funcionários sobre os benefícios oferecidos e outros temas.
- Triagem para funções de risco e segurança do trabalho;
- Integração com processos do RH, como controle de ponto e gerenciamento de dados;
- Coleta rápida de sinais vitais;
- Mapeamento de saúde com autoatendimento;
- Agilidade nas triagens médica e administrativa.
